Carga para o treino de tração

06/11/2017

Já havia comentado num post anterior que uma regra geral amplamente aceita para a tração é evitar cargas superiores a 10% do peso corporal (PC), conhecida como “regra dos 10%”. No entanto, estão começando a surgir mais estudos que desafiam esta “regra”. Alguns treinadores gostam de trenós mais pesados ​​para desenvolver maior força horizontal e de extensão do quadril. No entanto, esses benefícios positivos ainda são especulações. ESTUDO Este estudo comparou…

Read More >>

Velocidade para ganhos de força

06/11/2017

Muitos atletas treinam em academias comerciais que não possuem equipamentos especializados e muitas vezes não permitem fazer treinos balísticos na sala. Uma forma simples e eficaz é que o atleta procure mover a barra o mais rápido possível durante a fase concêntrica do exercício. Isso pode proporcionar ganhos significativos de força e potência nos aparelhos de musculação. Diminuir um pouco a carga e mover a barra em velocidade pode ser mais…

Read More >>

Revisão sobre aquecimento

06/11/2017

Quais estratégias podem ser implementadas no dia do jogo para melhorar o desempenho? Um artigo de revisão (2013) descreve algumas técnicas baseadas em evidências: 1- AQUECER: aumentos na temperatura muscular (3 a 4°C ) estão relacionados a melhorias de ações explosivas. Um protocolo de aquecimento de alta intensidade 15 minutos antes da competição parece ser uma boa estratégia. Esperar de forma passiva muito tempo depois do aquecimento pode resultar em diminuição…

Read More >>

Nível de força e recuperação

06/11/2017

Um estudo recente (2015) investigou a influência no nível neuromuscular em marcadores de fadiga e dano muscular após uma partida de rugby (n= 21 / ~19 anos). Os atletas foram avaliados antes no YoYoIRT, agachamento e supino 3RM e classificados de acordo com os resultados como Alto-Neuromuscular (ACN) ou Baixo Neuronuscular (BCN). Os níveis de creatina quinase, desempenho no salto vertical e flexão pliométrica foram avaliados pré e pós jogo…

Read More >>

Periodização: Efeito 2 semanas de choque !

06/11/2017

Quanto de condicionamento físico podemos conseguir com nossos atletas em um espaço curto de tempo (pré-temporada nos dias de hoje!) onde também faz necessário o treinamento técnico-tático? Capacidades metabólicas de condicionamento (ex:aeróbia; sprints repetidos) podem ser desenvolvidas mais rapidamente do que as neuromusculares (ex: força; potência). Para isso é necessário programar o treinamento de maneira “não tradicional”, diferente da proposta de Matveev. Estratégias de período concentrado podem melhorar significativamente as…

Read More >>

Treino de força e mudança de direção

06/11/2017

Em esportes tecnico-táticos intermitentes como futebol, handebol, tênis e basquete, a capacidade de mudar de direção rapidamente é um fundamental. Em geral nesses esportes a maioria dos sprints ocorrem em menos de 10 metros sendo necessário uma radical mudança de direção após a corrida. O estudo observou os efeitos de um programa de treinamento de força de longo prazo sobre a capacidade de mudança de direção em atletas juvenis (13-18…

Read More >>

Manutenção de força em temporada

06/11/2017

O objetivo do estudo foi observar a taxa de recuperação do desempenho em habilidades do futebol após uma sessão de treinamento de força. Dez jogadores de futebol de elite participaram de três seções diferentes: controle, treino força de alta intensidade (4 séries de 4-6 repetições com 85-90%) e de baixa intensidade (4 séries de 8-10 repetições com 65-70%) sendo avaliados pré, pós, 24, 48 e 72 hrs após as sessões….

Read More >>

Velocidade da barra e aumento de força

06/11/2017

Estudo feito com 20 homens com experiência em TF, divididos em 2 grupos; G1 = velocidade máxima 80-100% por repetição e G2 = ritmo escolhido pelo sujeito. Os sujeitos treinaram supino 2x por semana durante três semanas. Ambos os grupos treinaram com 85%1RM. O G1 fazia as repetições até a velocidade da barra cair abaixo de 20% do máximo (medido por sensor eletrônico), enquanto o G2 fazia as repetições dentro…

Read More >>

Agachamento e sprints curtos!

06/11/2017

Uma vez que a maioria dos esportes técnico-táticos intermitentes coletivos ou individuais (como no meu caso com o tênis) dependem de sprints de curta distância com rápidas mudanças de direção, a capacidade de acelerar tende a ser mais importante do que a da velocidade máxima. Em um estudo realizado com 19 atletas profissionais de rugby profissional, foram testados em 1RM agachamento e nos tiros de 5, 10 e 20 metros antes…

Read More >>

Resistência variável e potência

05/11/2017

Pesquisas anteriores demonstraram aumentos de força e potência usando baixas cargas de resistência variável. No entanto, nenhum estudo examinou o uso de altas cargas de resistência variável como parte de um protocolo de treinamento periodizado. Neste estudo se investigou os efeitos de um programa de resistência variável numa pré-temporada de 5 semanas de jogadores de basquete masculinos universitários. A equipe de 14 jogadores dividida em GC (controle) e GE (experimental)…

Read More >>

Adaptações específicas ao treino !

05/11/2017

Esse estudo de 2013 buscou mostrar o efeito da especificidade no treinamento e as adaptações neuromusculares resultante após 4 semanas de treino.Um grupo de adultos masculinos foram divididos em 2 grupos: treinamento de força explosiva (FEx n = 9) e treinamento de força máxima (FMax n = 10). A eletromiografia foi utilizada para avaliar a ativação neuromuscular em 0-50, 0-100 e 0-150 ms para avaliar as contrações explosivas, além da…

Read More >>

Mais Força, Mais Desempenho ?

05/11/2017

Um grupo de jogadores de futebol de 17 anos foram avaliados nos seguintes testes: sprint 5 e 20m, salto vertical e squat jump. Antes foram avaliados no teste de 1RM agachamento. A idéia dos autores era verificar se haveria uma correlação entre os atletas mais fortes no 1RM com os melhores resultados nos testes. Os pesquisadores determinaram a correlação entre força absoluta e força relativa em cada um dos testes….

Read More >>