Treino de Força pra Sprint

LPO, agachamentos, terra e suas respectivas variações são exemplos de exercícios feito extra campo que desenvolvem a força vertical. Uma crítica comum é que o uso apenas desse tipo de exercícios negligencia o desenvolvimento da força horizontal.

Há um debate sobre qual direção de força (horizontal ou vertical) é a limitante no sprint. Geralmente, aceita-se que a fase de aceleração de um sprint necessite de maior capacidade de força horizontal, enquanto a velocidade máxima depende mais da força vertical. Não sou especialista no assunto, mas a informação é interessante!

Esse estudo de 8 semanas investigou o assunto. Uma equipe de futebol de elite (n= 22) foi dividida em 2 grupos: GV = exercícios vertical e GVH = exercícios horizontais e verticais. Os pesquisadores avaliaram: saltos vertical, potência no meio agachamento, sprints de 5 e 15m e a concentrações de lactato sanguíneo nos sprints.

Os grupos tiveram aumento significativo na potência do meio agachamento e pequenas melhorias de velocidade no 5 e 15m e na curva de lactato. Somente o GVH melhorou no salto vertical

Mais pesquisas são necessárias, no entanto, parece que incluir a componente horizontal da força pode trazer mais benefícios que somente o treino vertical sozinho. O programa de treino deve incorporar exercícios que treinam a força em múltiplas direções. Eu particularmente deixo isso a cargo da pliometria, mas existem diversos exercícios dentro da academia a serem considerados.

Marque quem possa se interessar sobre o assunto. Forte abraço! (João Coutinho)

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ref – Int J Sports Physiol Perform. 2014 May;9(3)

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